Você dedicou seu suor à empresa. Sair sem os seus direitos não é apenas errado. É injusto.
Fizeram contas que você não entendeu na hora de ser demitido ou achou que foi menor do que o devido.
Não pagaram suas horas extras e seu FGTS estava zerado ou atrasado.
A empresa aplicou uma demissão por justa causa, porém de forma injusta.
Você trabalha diariamente recebendo ordens, em horários estipulados pelo patrão, mas a empresa alega que "você não tem carteira assinada, então não tem direitos".
Você trabalhou em condições insalubres e/ou perigosas, mas nunca recebeu, ou recebeu a menor, o adicional apropriado.
Você trabalhava entre os horários das 20h e 5h, mas nunca recebeu adicional noturno.
Você era frequentemente importunado moral e/ou sexualmente por seu chefe, supervisor ou colega de trabalho sem nunca ter recebido a compensação devida.
Você sofreu um acidente no trabalho ou adoeceu por causa da pressão, e a recompensa da empresa foi uma demissão inesperada, deixando você com contas a pagar e uma família para sustentar.
Você ainda está trabalhando, mas a empresa atrasa seus salários, suas férias, seu 13ª. Não paga horas extras corretamente e não recolhe seu FGTS.
4 Mentiras que contaram para você:
"Se eu colocar na Justiça, meu nome vai para uma lista negra e nunca mais arrumo emprego."
Isso é uma mentira que muitas empresas usam para te manter em silêncio. Nenhuma empresa tem acesso a "listas negras". Buscar o que é seu por direito é uma proteção, não um crime.
"Advogado é muito caro, não tenho dinheiro para pagar agora."
Nós sabemos que você já está passando por uma dificuldade financeira. Na Justiça do Trabalho, você só paga os nossos honorários no final, e apenas se ganharmos a causa. O risco é nosso.
"Não assinei contrato e não tinha carteira assinada, então perdi."
A lei não exige papel assinado para provar que você era funcionário. Mensagens de WhatsApp, fotos, fardamento, testemunhas e até e-mails servem para provar o vínculo e garantir todos os meses de direitos atrasados.
"Processo trabalhista demora 10 anos."
A Verdade: A Justiça mudou. Hoje, grande parte dos casos são resolvidos muito mais rápido através de acordos justos nas primeiras audiências.
Sou Daltton Mariz, advogado especialista em direito do trabalhador. Há mais de 10 anos, dedico minha vida a enfrentar empresas e defender trabalhadores na Justiça do Trabalho. Já atuei diretamente em centenas de processos trabalhistas, lidando todos os dias com situações como a sua.
Seja para provar que você era funcionário, garantir o pagamento correto das verbas rescisórias ou buscar indenização em caso de acidente de trabalho. Meu compromisso é de transparência: eu explico tudo com clareza, não te abandono no meio do processo e luto até o fim pelo que é seu.
Você nos chama no WhatsApp e conta o que aconteceu. Vamos ouvir sua história com calma. Sem julgamentos e sem "juridiquês" complicado.
Mostramos, com clareza, quais são os seus direitos reais e decidimos juntos o melhor caminho para cobrar a empresa.
Nós entramos com o processo e assumimos a briga. Você foca em cuidar de você e da sua família, enquanto nós trabalhamos para trazer a sua reparação.
Cada mês que passa pode significar dinheiro que você deixa de receber.
A lei trabalhista é clara: você tem um prazo de apenas 2 anos após a saída da empresa para buscar seus direitos na Justiça. Se você esperar demais, seus direitos prescrevem e a empresa não precisará pagar um centavo do que deve.
“Você já trabalhou. Já fez sua parte.
Agora é hora de garantir o que é seu por direito.”
Se você saiu da empresa sem receber as verbas rescisórias corretamente, a empresa está te devendo dinheiro. Isso é passível de cobrança na Justiça do Trabalho, e você tem até 2 anos após a demissão para agir.
Sim. Horas extras não pagas são uma das violações mais comuns, e uma das mais fáceis de provar. Registros de ponto, mensagens recebidas fora do horário e testemunhas de colegas já são suficientes para montar o caso. É possível cobrar as horas dos últimos 5 anos de vínculo.
Tem. O trabalhador acidentado tem estabilidade no emprego por pelo menos 12 meses após a alta médica. Se a empresa te demitiu dentro desse período, ela agiu ilegalmente e pode ser obrigada a te reintegrar ou pagar uma indenização equivalente a todo o período de estabilidade, além dos danos morais e materiais decorrentes do acidente.
Tem. Humilhação, pressão psicológica abusiva, xingamentos e exposição constrangedora configuram assédio moral e isso gera direito à indenização por danos morais. Prints de mensagens, relatos de testemunhas e até histórico de atestados médicos por ansiedade ou depressão ajudam a construir o caso.
Não é normal e não é legal. Salário deve ser pago até o 5º dia útil do mês seguinte. Atrasos recorrentes configuram descumprimento contratual grave e podem dar ao trabalhador o direito de pedir a rescisão indireta, o que equivale a uma demissão sem justa causa, com todos os direitos pagos, mas por culpa da empresa.
Sim. Isso se chama desvio de função ou acúmulo de função. Se você foi contratado para uma atividade e passou a exercer outra de maior responsabilidade, ou acumulou funções sem receber a mais por isso, a empresa te deve a diferença salarial de todo o período em que isso aconteceu.
Tem. Trabalho em condições insalubres ou perigosas garante ao trabalhador um adicional sobre o salário, que varia entre 10% e 40% dependendo do grau de risco. Se a empresa nunca pagou esse adicional, é possível cobrar os valores atrasados na Justiça.
Depende da doença e da situação. Em muitos casos, o trabalhador doente tem estabilidade provisória e não pode ser demitido. Se a demissão ocorreu durante um período de afastamento ou logo após, pode ser considerada nula e a empresa pode ser obrigada a pagar indenização ou reintegrar o trabalhador.
Ele continua sendo uma dívida da empresa com você. Na Justiça, é possível cobrar todos os depósitos não realizados ao longo do contrato, acrescidos da multa de 40% sobre o saldo total.
Não precisa de uma pasta cheia de documentos para dar o primeiro passo. A maioria dos trabalhadores tem mais provas do que imagina, e elas estão no celular: mensagens, fotos, comprovantes de pagamento. O que não tiver, trabalhamos juntos para construir. O mais importante agora é você contar o que aconteceu.
Depende do tempo que você trabalhou, do salário recebido e dos direitos que foram negados. Em casos de reconhecimento de vínculo, é comum que o valor inclua: FGTS de todo o período (com multa de 40%), férias não gozadas, 13º salário, horas extras não pagas e verbas rescisórias. O valor final pode surpreender você. Por isso, o ideal é fazer uma análise do seu caso para ter uma estimativa real.
Não existe "lista negra" de trabalhadores que processaram empresas. Isso é um mito que circula para intimidar quem quer buscar seus direitos. Processos trabalhistas não aparecem na sua Carteira de Trabalho nem em consultas de admissão. Exercer um direito garantido pela Constituição não pode te prejudicar.
Não. O trabalho é feito com honorários de êxito: você só paga se ganhar. Não há nenhum custo antecipado. A ideia é simples: se não lutarmos pelo seu direito, não recebemos nada.
Não. O atendimento inicial pode ser feito pelo WhatsApp. Você conta o que aconteceu, avaliamos o seu caso e orientamos os próximos passos — tudo de forma rápida, clara e sem burocracia.
Só é possível saber após ouvir a sua história com atenção. Por isso, o primeiro passo é uma conversa. Sem compromisso, sem custo. Se o seu caso tiver fundamento jurídico, eu te digo com clareza. Se não tiver, eu te digo isso também.